Comendo o cu da própria irmã; ( verídico)
- Por Author 2007
- Publicado 10/16/2007
- Incestos
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Author 2007
Ver contos de Author 2007Minha história começou há mais ou menos 12 anos. Eu tinha 18, minha irmă 16. Tínhamos muita liberdade, um com o outro, e, em determinado momento, confundi essa liberdade com desejo sexual. Essa confusăo resultou num relacionamento que, hora parecia o paraíso, hora o inferno para ambos. Tudo começou graças a uma incrível coleçăo de revistas pornográficas que eu possuía. Vez ou outra dava pela falta de algumas. Um dia dei-lhe um fragrante em seu quarto com tręs delas. Quando entrei a vi com as calças abaixadas até a altura dos joelhos, ela estava recostada na cabeceira da cama com as pernas abertas até onde suas calças deixavam e com os dedos meio enfiados em sua boceta, camiseta levantada e o sutiă fora de lugar deixando totalmente a mostra seus dois peitos. Na hora tomei um susto e fiquei meio constrangido. Ela se atrapalhou toda para levantar as calças, e em vez de sair do quarto ou me virar, fiquei observando a cena. Ela năo me repreendeu, pelo contrário ficou muito envergonhada com a situaçăo. Sai do quarto sem dizer nada e depois de alguns minutos ela apareceu na edícula onde eu guardava minhas revistas e trouxe com ela os 3 exemplares que tinha pego. Quando a vi daquela forma fui tomado por um tesăo que até entăo năo conhecia, embora fosse minha irmă, eu a desejava muito naquele momento, na hora me imaginei chupando aquela bauxita, que devo dizer já era extremamente peluda. Procurei ser o mais legal possível e, diante da vergonha que ela demonstrava, disse, de forma bem natural, que ela podia pegar as revistas quando quisesse. Ela, lógico me pediu para năo contar nada aos nossos pais. Na hora quis ser tăo legal com ela que acabei dando bandeira, o que me preocupou um pouco. Alguns dias depois, ao chegar do cursinho a vi colocando algumas revistas de volta na edícula. Dessa vez a coisa foi bem mais sossegada, ela só me disse que estava devolvendo-as. Perguntei se ela tinha gostado das novas, ela respondeu que năo as tinha visto, abri a gaveta e tirei um bolo de revistas. Ela ficou meio constrangida, mas năo foi embora. Comecei a folhar algumas, apontando minhas preferidas. Entre elas havia uma só de mulheres peladas, sem sexo. Ela disse que năo gostava dessas, mulheres năo a interessavam e comentou que seria legal se houvesse revistas com homens nus. Informei-lhe que esse tipo de revista existia, entăo ela reclamou de năo ter nenhuma, ai eu disse para deixar comigo. No dia seguinte eu trouxe tręs exemplares de revistas gay para ela. Como ficávamos sozinhos durante o dia năo fiz cerimônia, tirei os exemplares da mochila, entreguei e disse que era um presente. Ainda me lembro de como ela ficou envergonhada, mas aceitou-as. Essa minha atitude contribuiu para aumentar a intimidade entre nós. A partir daí era comum vermos revistas juntos. Comecei a levar revistas, propositalmente, até seu quarto. Eu a chamava, me deitava em sua cama com alguns exemplares e ficávamos um bom tempo vendo-as. Minha ousadia aumentava na mesma medida do meu tesăo por ela. Para forçar algo, via as fotos sempre alisando meu pau. Como ela nunca disse nada, um dia resolvi tirá-lo para fora e bater uma. Sua reaçăo năo foi das melhores, mas continuei mesmo assim. Ela comentou que já esperava que eu fizesse algo do tipo, que minhas atitudes deixavam transparecer minhas intençőes. Essa revelaçăo me deu ânimo para insistir em trepar com ela, afinal de contas, agora estava tudo muito claro entre nós. Na segunda vez que bati uma em sua frente fui mais longe, consegui que ela pegasse em meu pau e continuasse a bater. Ela segurou meu pinto de maneira meio sem graça e começou o vaivém. Tive a impressăo de que năo era a primeira vez que fazia isso, embora fosse virgem, já tinha pegado em outros paus por ai. Estávamos deitados na cama dela, eu com as calças abaixadas, ela vestida com camiseta e shorts. De repente parou de me socar a punheta e disse que năo queria que eu sujasse a colcha. Pedi que continuasse. Ela sugeriu o banheiro, lá năo haveria problema na hora que eu gozasse. No banheiro tudo melhorou, até me senti idiota por năo ter pensado nisso antes. Ficamos em pé, ela do meu lado direito, com seu braço esquerdo em volta das minhas costas, me masturbando com a măo direita. Dessa forma fiquei livre para passar a măo nela. Comecei passando a măo em sua bunda por cima de seu shorts. Ela năo reclamou nem mostrou algum tipo de constrangimento com isso. Fiz mençăo de tirar sua roupa e ela consentiu que eu abaixasse o shorts, mas se recusou a ficar nua. Ficou de calcinha e sutiă e tomou a iniciativa de retomar a punheta. Enquanto me masturbava chupei suas tetas, que na época já se pareciam com dois pequenos melőes. Minhas carícias a faziam se contorcer e gemer, interrompendo a masturbaçăo para se esfregar em mim. Passava meu pau em sua barriga e na xoxota, por cima da calcinha. Isso nos deixou de frente, um para o outro. Tive a oportunidade de abrir bem suas nádegadas e enfiar meus dedos por baixo da calcinha, atingindo ao seu cu e seu grelo. Ela me pediu algo inusitado, queria que eu a beijasse na boca. Embora eu năo tivesse pensado nisso em momento algum, e achasse muito estranho beijar a própria irmă, năo vacilei e comecei a beijá-la. Nessa hora, a calcinha que ela se recusou a tirar, foi parar no meio de suas coxas e pude sentir, por entre os dedos, a abundância de pelos aquela boceta, com grelos saltados para fora e molhados. Eu só pensava em enfiar meu pau na boceta dela, mas com as seguidas recusas, resolvi mudar o foco para sua bunda, o que, devo dizer, foi um golpe de mestre. Ŕquela altura dos acontecimentos ela seu único medo era com a dor de ter um pau enfiado no cu, entăo aproveitei e pedi que me chupasse e fui prontamente atendido. Sentou-se na privada e começou timidamente a abocanhar meu pinto. Após algum tempo naquele vaivém delicioso, eu a coloquei de joelhos em cima da privada e comecei a penetrá-la. Seus gemidos, agora eram gritos abafados. Já tinha colocado quase todo membro dentro de sua bunda quando pensei e parar por medo de machucá-la. Só continuei porque percebi que ela, embora estivesse se sentindo rasgada ao meio năo parecia querer terminar com a foda. Da mesma forma que ela nunca havia dado a bunda, eu nunca tinha comido um cu em minha vida e, devo dizer que foi a coisa mais maravilhosa que pela qual tinha passado até entăo. O fato de ser minha irmă, ali sendo enrabada só me dava mais tesăo, uma sensaçăo de poder que até hoje năo sei explicar direito. Quando avisei que ia gozar, ela me pediu para tirar de sua bunda porque queria que eu ejaculasse em seu corpo, depois descobri que essa vontade vinha das revistas onde sempre há ejaculaçőes em rostos, barrigas e bundas. Lavei sua bunda com porra, ela ainda pegou em meu pau e lambuzou sua măo com meu esperma. A calcinha, que năo foi tirada, também pagou o pato. Alguns instantes depois tanto eu quanto ela fomos acometidos de uma sensaçăo estranha, era o primeiro sinal de remorso por ter praticado incesto. Mesmo assim minha história com ela continuou por vários anos. Vou contar em outras cartas a seqüęncia desse ato e as coisas, boas e ruins, desse relacionamento. Resolvi dividir minha história em várias partes para năo cansar o leitor com um relato muito extenso. Meu e-mail é
noname_sp@hotmail.com
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