Adormeci e acordei com o casalzinho me chupando. Os dois dividiam minha pica com uma experiência incrível. Imaginei quantas vezes eles não tinham chupado um pau juntos. Felipe ficou assustado quando acordei, mas fiz sinal com a cabeça para que ele continuasse, apesar de não curtir sexo com homens, a visão do casal me chupando junto me deixou extremamente excitado. Pedi para o casalzinho fazer um meia-nove, e eles começaram a chupar-se mutuamente, com Juliana por cima, buceta atolada na cara de seu maridinho e bundinha empinadinha. Soquei meu pau em sua bucetinha, e sentia corninho tentando chupar meu pau e a bucetinha de sua esposa ao mesmo tempo. Soquei gostoso naquela mulher, que mesmo chupando o pau de Felipe fazia uma coreografia maravilhosa em minha pica. Esperei que ela gozasse aos gritos, retirei e forcei a entrada de céu cuzinho. Juliana não agüentava mais tanta pica no cu, pois naquela noite, seu cuzinho estava trabalhando horrores. Soquei pica no cuzinho dela e seu corninho agora chupava sua bucetinha e acariciava meu saco. Dei um gostoso tapa na bundinha da minha moreninha. Ela fez um “ai” que me enlouqueceu. Agora os tapas eram fortes e ardentes e Juliana chorava na minha pica.
- Chega, lobo, ta batendo muito forte. Pediu Felipe.
- Não para, bate na tua putinha que to quase gozando de novo.
Felipe vendo que sua mulher estava adorando começou a curtir os estalos que meus tapas faziam. Juliana gritava a cada tapa.
- Estou gozando! Fode, estou gozando muito!
Eu espancava sua bundinha, enquanto Juliana mordia o pau de seu corninho tentando suportar a ardência terrível que os tapas estavam causando em sua bundinha agora sensível, vermelha e inchada. Assim que Juliana gozou eu gozei dentro dela, e dei lugar a Felipe.
- Rápido Felipe, fode essa puta!
Mandei Juliana ajoelhar-se na poltrona com as mãos no encosto e Felipe foi para traz dela. Ele fudia ela com muito jeito, ela rebolava muito gostoso. Os dois tinham uma afinidade mágica na cama.
- Bate nessa puta, Felipe! Bate corninho! Maltrata essa cadelinha que fode com qualquer homem na rua!
Felipe dava leves tapas suaves, seu carinho o impediam fazer o que sua esposa adorava e por isso procuravam outros homens.
Eu próximo ao braço da poltrona deu um sonoro tapa na bundinha linda de Juliana.
- Aaaai ! Gemeu de dor, me deixando ainda mais excitado.
Enquanto Felipe fudia Juliana, meus tapas não perdoavam sua bundinha. Os golpes eram dados no mesmo lugar, deixando uma linda marca vermelhinha em sua bundinha.
- Calma, Lobo...
Felipe sabia que sua amada adorava aquilo, mas não consegui vê-la apanhando e não se controlava.
- Ta com peninha da cadelinha, ta?
- Já ta vermelhinha, deve estar ardendo, vai com calma.
- Não para, ta muito gostoso! Faz esse corninho calar a boca!
- Viu corninho? Fode essa cadelinha calado e deixa o resto comigo!
Subi no encosto da poltrona e enfiei meu pau na boca de Juliana. Socava forte e segurava seus cabelos com o pau no fundo da garganta até a cadelinha se sufocar. Quando soltava, Juliana parecia que vinha a tona do fundo do mar, puxava ar para os pulmões e eu tornava a socar o pau fundo na sua garganta. Tirei o pau por alguns segundos para ver sua reação e vi que ela sorria safadamente, toda babada de engasgar com meu pau inteiro em sua boca.
Juliana adorava ser humilhada e submetida aos caprichos de um homem. Gozava a todo tempo, com a situação criada e seu marido que a fudia como ela gostava. Faltava a ele apenas o tempero que não conseguia proporcionar.
Felipe não se controlando mais acabou gozando dentro de Juliana e eu aproveitei para jorrar leite em sua boquinha. Exausta caiu sobre o encosto do sofá, enquanto Felipe se recompunha sobre o tapete do chão.