Retirei minha roupa sob o olhar curioso de Juliana. Ela devorava cada parte que se desnudava me deixando ainda mais provocativo. Fiquei completamente nu. O pau ainda duro como pedra, pela cena deliciosa que acabara de ocorrer.
Entramos os 3 no chuveiro e dei um beijo molhado em Juliana. Que menina deliciosa.
Beijava Juliana enquanto seu marido lhe agarrava por traz e lambia seu pescoço e orelha. Juliana de olhos fechados curtia mãos e línguas que adoravam seu corpinho lindo. Nos enxugamos e voltamos para o quarto.
- Agora, corninho, é sua vez de olhar. Disse para Fernando, arrancando um sorriso lindo de sua linda esposa.
Beijei Juliana vorazmente, pois estava descontrolado, afinal eram oras de excitação, desde que a vi, no bar, até o sexo anal a centímetros dos meus olhos. Estava louco e comecei a chupar os pequeninos e lindos seios de minha moreninha. Ela estava louca, puxava meus cabelos quase querendo esfregar minha boca em seus peitinhos. Desci saboreando seu corpinho magro até chegar a sua bucetinha. Caí de boca, chupei seus lábios, seu grelinho, seu cuzinho, enfiei minha língua dentro de sua bucetinha, suguei ela inteira e quando as contrações de seus músculos estavam anunciando um orgasmo eu, rapidamente enterrei meu pau em sua bucetinha. Juliana gozou assim, entalada em minha pica, sem nem ter provado minha penetração direito. Continuei fudendo Juliana, agora buscando meu prazer, pois nesse momento já não agüentava mais de desejo de gozar. Eu estava estocando furioso, e Juliana percebeu que estava prestes a gozar e me pediu:
- Posso te pedir uma coisa, meu lobinho?
- Agora você pode tudo! Respondi.
- Deixa o corninho beber sua porra que ele adora.
Fudi ainda mais furioso, pelo pedido em tom de súplica feito por Juliana para gozar na boca de seu maridinho corninho.
Tirei de dentro de minha moreninha e ofereci para seu corinho:
- Toma corninho, toma o leitinho do lobo.
Puxei Juliana bruscamente pelos cabelos, para estar próximo a seu corninho quando jorrasse porra na sua cara. Juliana viu de pertinho meu leite espirrar em seu maridinho. Eu segurava os dois pelos cabelos e Felipe segurava meu pau, guiando para seu rosto.
Felipe lambia os beiços, tamanha satisfação em que estava. Juliana dividiu minha porra com um beijo apaixonado em seu maridinho corno:
- Eu te amo, amor. Só você para realizar tanta coisa para mim...
Empurrei o corninho para o lado e ordenei a Juliana:
- Chupa, delícia... quero ver meu pau brilhando e durinho novamente...
Juliana chupou meu pau, um pouco, mas não consegui deixar que ela continuasse, precisava de uns segundos para me refazer. Felipe estava com o pau duríssimo, pois tinha se excitado muito com a cena anterios. Mandei que Juliana cavalgasse no seu maridinho, para eu ver. Meu pau rapidamente se recuperou com a visão daquela mulher com corpo e jeito de ninfeta cavalgando como uma puta. Como Juliana rebolava de um jeito vigoroso. Como tinha energia aquela mulher de aparência tão meiga. Empurrei Juliana até encostar no peito de seu maridinho e comecei a chupar seu cuzinho, enquanto Felipe socava sua mulherzinha por baixo.
- Será que essa bucetinha só agüenta um pau, amor? Perguntei para Juliana.
-Até hoje, sim. Respondeu, sem parar de cavalgar de maneira maravilhosa seu homem.
- Posso tentar algo?
Ela me olhou assustada, mas respondeu que sim.
Junto com o pau de Felipe enfiei um dedo.
- Bom. Já coube um pau e um dedo. Cabe mais?
Agora já sorrindo Juliana respondeu:
- Não sei, experimenta.
Enfiei mais um dedo e impliquei:
- Sei agora que agüenta um pau e deis dedinhos... Continuo?
- Continua... disse quase que inaudível...
Peguei o gel lubrificante, lambuzei os dedos e enfiei junto com o pau de Felipe dentro de Juliana, praticamente segurava o pau de Felipe com a mão em concha, tornando-o uma tora grossa. Juliana delirava e gritava de tesão.
- Vocês estão me arrombando !
Mandei Felipe agarrar sua esposa para ela ficar imóvel, lambuzei meu pau e tentei enfiar em sua bucetinha. Era difícil pois não cabia e estava muito lubrificado e o meu pau saía. Desisti e vi que o jeito era uma dupla penetração comum mesmo, já que a dupla vaginal foi impossível. Fui enterrando o pau no rabo de Juliana vagarosamente. Felipe delirava com as carinhas de dor de sua amada. Eu continuava sem parar aquela deliciosa penetração. Quando terminei, senti o cavalgar daquela fêmea maravilhosa. Juliana mordia o travesseiro mas não parava de fuder vorazmente. Quando estava para gozar, retirei o pau de seu cuzinho, retirei a camisinha e fui para frente, gozar nas boquinhas famintas do meu casalzinho. Logo depois, Felipe também gozou na boquinha de sua esposa. Que nos chupou, alternadamente até que ambos os paus ficaram sem um gota de porra.