- Home
- Sadomasoquismo
- Violentada
Violentada
- Por Author 2007
- Publicado 10/9/2007
- Sadomasoquismo
-
Avaliação:




Author 2007
Ver contos de Author 2007Estou a escrever este conto para que as pessoas năo continuem a pensar que Portugal é um país seguro. Chamo-me Samuel, casado com a Teresa, duas filhas, temos, eu 43 anos e a minha esposa 40. Em Março ultimo foi violentamente violada por 4 individuos . No primeiro sabado de Março fomos a uma festa de 25 anos de casamento de um casal amigo, as nossas filhas năo quiseram ir e ainda bem, a festa realizou-se numa mansăo entre o Marco de Canavezes e Rezende, um local lindissimo. No fim da festa e depois de muita gente já ter saído saímos nós, eram 21h45m, á saída e antes de entrarmos no carro um dos individuos que estava a servir na festa diz-nos que para regressar ao Porto era melhor ir pela estrada de cima, que estava em melhor estado e eram menos uns 5 ou 6 kms. Agradeci a informaçăo, arrancamos e passados uns 8 ou 9 kms o meu carro começa a engasgar e vai abaixo, estavamos no meio de nada, só monte de um lado e do outro, completamente escuro.
Tento por o carro a trabalhar mas sem sucesso, a minha mulher começa a ficar assustada, digo-lhe para ter calma, os telefones estavam sem rede, começo tambem a ficar preocupado. Passados uns minutos vejo farois, faço sinal para pararem, param, era uma carrinha de sete lugares com 3 individuos, saiem da carrinha e perguntam se precisava de ajuda. Digo o que se tinha passado, eles dizem-me que o melhor era ir com eles até a um mecanico que havia uns 3 ou 4 kms mais á frente. Aceitei, disse á minha mulher para sair do carro e trazer a carteira, fechei o carro e entramos na carrinha. Os fulanos ficam a olhar para a minha mulher, ela levava um vestido ligeiro semi transparente, năo usava soutien e notava-se bem os bicos tesos por causa do frio, năo gostei da forma como eles olharam para ela, mas deixei passar.
A carrinha arranca, volto a ver se tinha rede no telefone, um deles diz-me que năo valia a pena que ali năo havia rede, só uns 10 kms mais á frente é que começava a haver, os fulanos continuavam a olhar para a minha mulher, o que ía connosco atrás começa a chegar-se a ela, ela chega-se mais a mim, ele chega-se a ela, eu olho para ele com cara de poucos amigos, ele sorri, mas um sorriso de troça.
Pergunto se demorava muito para chegar ao mecanico, o condutor diz-me que era logo ali uns metros mais á frente entra num caminho de terra, mal entra nesse caminho o fulano que ía connosco atrás saca de uma faca e pőe-na no pescoço da minha mulher, ela fica assustadissima, eu tento reagir e o fulano diz-me para estar quieto ou a cortava. Faz força com a faca e eu páro, a carrinha pára, os da frente saem e abrem a porta de trás mandam-me sair, eu saio, e o que estava com a minha mulher ri-se, tira a faca do pescoço dela e corta as alças do vestido, ela fica com as mamas expostas, o fulano aperta-lhas e ri-se, tira-a da carrinha e empurra-a para uma casa velha em frente.
Abre a porta e entramos, eles acendem uns candeeiros de gás de campismo, a casa năo tinha tecto viam-se as telhas, os outros dois amarram-me a uma coluna de pedra, levam a minha mulher para o fundo da sala, ela chorava, o que estava com ela dá-lhe uma bofetada e manda-a calar-se, ela fica com a măo bem marcada na cara. Ela cala-se, um dos outros diz-lhe (- se queres voltar a ver o sol fica bem caladinha e colabora senăo morres tu e o teu homem), acaba de dizer isso e dá-me um soco no estomago, fico sem ar, ela diz que colaborava, eles riem-se e văo os 3 ter com ela.
Arrancam-lhe o vestido, ela tenta tapar-se com as măos, um dá-lhe nova bofetada e ela destapa-se, o que tinha a faca começa a passá-la pelo corpo dela, quando chega á cueca corta-lha, pőe a măo na côna dela e aperta-lha de tal forma que ela grita de dor, o fulano ri-se e diz (- olha esta puta é sensivel, já vais ver o que é bom) puxa-a até um banco de carpinteiro e amarra-a dobrada sobre o banco, abre-lhe as pernas e tira a piça das calças, encosta á côna e mete-lha toda de uma só vez, ela grita, ele ri-se e começa a fodę-la, ela gritava o fulano fode-a uns 3 ou 4 minutos e vem-se dentro dela.
Sai dela e logo o outro a penetra, fodem-na os 3, nessa altura chega o 4ş individuo, era o que na festa nos tinha indicado o caminho, logo se despe e a fode tambem, quando acaba vai a um saco que trazia e tira cervejas, bebem, a minha mulher chorava, estava ainda amarrada, a esporra dos 4 escorria-lhe pelas pernas.
Acabam de beber e văo ter com ela, o que a tinha fodido em primeiro lugar começa a bater com a piça no cu dela, fica teso e enraba-a a seco, ela dá um grito enorme e desmaia, os fulanos todos fodem-lhe o cu. Ela desperta ainda o ultimo a enrabava, quando vę que ela estava desperta fode-a com mais violęncia, quando acaba sai dela e vai ter com os outros, desamarram-na e ela cai no chăo, um deles chega-se a ela e mete-lhe a piça na boca ela chupa-o, quando o tipo estava teso vira-a de barriga para cima e monta-a, fode-a selvaticamente, ela gritava, ele dá-lhe duas bofetadas e ela cala-se. Ele ferra-lha os bicos das mamas, quando se esporra sai dela e vem-se em cima das mamas dela, pergunta aos outros se queriam fodę-la mais, eles dizem que năo, ele entăo faz o acto mais selvagem que já vi, pega num ramo grosso que estava no chăo, devia ter uns 12 ou 13 cm de espessura, e enfia-lho na côna. Ela grita de uma maneira incrivel e desmaia, vejo sangue e sair-lhe da côna, começo a barafustar, um deles pega num pau e dá-me com ele sinto a pancada e desmaio , quando a cordei estava deitado no chăo ao lado da minha mulher, ela estava ainda desmaiada, tinha o tronco ainda enfiado, levanto-me e vou tirar-lho, vejo que ela estava rasgada.
Tento acordá-la, ao fim de alguns minutos ela acorda, estava cheia de dores, tentamos levantarmo-nos e saímos do barraco, estava a clarear. Andamos com dificuldade até á estrada, ela levava só o que restava do vestido e o meu casaco, quando chegamos á estrada vejo para onde ir, ela năo conseguia andar, sentei-a numa pedra e fui a andar até conseguir ter rede no telefone, quando consegui liguei ao 112, dei as indicaçőes que sabia do local.
Passada uma meia hora apareceu um jipe da GNR e uma ambulância, levaram a minha mulher e a mim para o hospital. Ela ficou internada, eu tive alta e fui com a GNR mostrar a barraco, eles recolheram alguns indicios e depois fomos rebocar o meu carro, vim a saber no dia seguinte que tinham posto agua no depósito por isso ele foi a baixo.
A minha mulher ficou internada 7 dias no hospital de S.Joăo no Porto, foram feitos testes ao esperma que ela tinha, já lá văo 3 meses e nada se sabe dos fulanos mesmo do que estava na festa, tinha sido contratado só para a festa e a identificaçăo que ele tinha dado á empresa de catering era falsa.
A minha mulher está quase recuperada, năo deve ficar com mazelas, só que sexo ainda năo faz e tenho impressăo que vai ser dificil ela voltar a fazę-lo.
Spread The Word
Comentários




