A história que vou contar a vocęs leitores aconteceu em setembro de 2005 e até hoje lembramos que foi a única alternativa de salvar nosso casamento. Sou conhecido por Miro e minha esposa de Dina, temos 53 anos, 28 de uniăo matrimonial, com dois filhos adultos. Depois de algum tempo, nossa relaçăo sexual começou dar sinal de fadiga e decidimos fazer algo para que nosso fogo năo apagasse. Combinamos entăo incluir uma terceira pessoa em nossa cama, pois minha mulher é muito fogosa, mas estava receosa que essa prática fosse descoberta por nossos filhos. Com a chegada das férias, viajamos para uma cidadezinha muito aconchegante no estado do Pará e ficamos hospedados em um chalé de madeira na beira da praia.

Minha mulher está um pouco acima do peso e ainda tem um par de seios bem avantajados, mas chama bastante atençăo quando está de biquíni. Ao lado do chalé que estávamos hospedados, tinha um casal bastante jovem e logo na primeira noite ouvíamos gemidos e palavras desconexas deles transando de forma bastante selvagem. Ficamos interessados em conhecę-los e como almoçávamos no restaurante da própria pousada, năo seria difícil fazer amizade com eles. No segundo dia, chegamos um pouco tarde para o almoço e as mesas estavam lotadas, mas na mesa do casalzinho, havia duas vagas para sentar e logo vimos nossa oportunidade de conhecę-los. Pedimos licença para ocupar os lugares e logo percebemos que se tratava de duas pessoas bem educadas. Eles estavam em lua de mel, tinham 26 anos e trabalhavam com representaçőes de produtos agrícolas. Puxamos uma agradável conversa, pois até pareciam que eram nossos filhos.

Durante a noite minha mulher ficou conversando com a mulher do rapaz, enquanto eu fui jogar bilhar com ele, mas sempre conversando assuntos diversos. Foi entăo que falei que ouvimos, sem qualquer propósito, os gemidos vindos do chalé deles. Sem cerimônias, ele falou que săo muito fogosos e năo conseguem transar sem fazer barulho. Diante disso, confidenciei os problemas que estavam acontecendo conosco. Ele falou que se fosse de minha vontade poderia me ajudar a realizar uma fantasia e contribuir para melhorar nosso relacionamento conjugal. Falei a queima roupa que gostaria que minha mulher fosse currada violentamente na minha frente. Ele entăo combinou que quando a mulher dele pegasse no sono, iria ao nosso chalé fazer o serviço, mas que năo aceitava nenhum tipo de contato homo. Topei na hora, mas năo falei pra Dina sobre o plano.

Lá pelas duas da manhă, ele entrou e deitou ao lado da minha mulher e quando retirou sua bermuda, descobri o motivo da mulher dele gemer tanto, pois o rapaz tinha um membro cavalar, desses bem cabeçudo. Minha mulher que estava dormindo, acordou chamando meu nome e o rapaz logo falou que naquela noite seria dele, pois o corno estava olhando tudo que iria acontecer. Ela perguntou o que acontecia e o rapaz foi claro, vou te dar uma curra na frente do teu marido. Ele pegou uma toalha que estava na cabeceira da cama e amordaçou sua boca, montou em suas costas e começou a penetrar sua enorme boceta. Minha mulher quis sair, mas ele era bem forte e forçou a penetraçăo, bombando feito um cavalo numa égua. O rapaz parecia um garoto de programa, deixando esses atores pornôs com inveja. Quase meia hora depois, o rapaz mandou minha mulher ficar de quatro e foi entăo que fiquei preocupado com o que poderia acontecer, mas era tarde para voltar atrás.

O rapaz deu umas tręs cuspalhadas na cabeça do pau e começou a penetrar o cu da minha esposa. Foi uma penetraçăo muito difícil para ela, apesar de estar acostumada com essa prática, mas năo com um membro tăo cabeçudo assim. Foram quase uma hora de pura curra anal, pois minha mulher estava com os olhos encharcados de lágrimas, mas era visível sua satisfaçăo sexual. Entăo, o rapaz começou a gozar e ainda falando: - Olha corno o que estou fazendo no rabo da tua mulher. Arrebentei as pregas do cuzăo dela! Quando ele retirou a tora de seu cu, năo acreditei no tamanho da dilataçăo que estava, que inclusive pingava na cama sangue, esperma e detritos fecais. O rapaz entăo, se limpou e foi para seu chalé e minha mulher chorando disse que seu rabo estava ardendo demais. Meu membro como estava o dobro do tamanho, soquei em sua boca, gozando logo em seguida uma boa quantidade de espermas.

Nunca mais vimos o casalzinho, mas até hoje temos muito tesăo quando lembramos de tudo que aconteceu naquela noite e esperamos repetir um dia. Sou o Nando do Pará e gostaria de corresponder-me com pessoas de ambos os sexos para amizade e troca de idéias, principalmente aqueles que gostam de assuntos bem sensuais.
Um grande abraço a todos e espero que tenham gostado do caso narrado.