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Estou escravisada
- Por Author 2007
- Publicado 10/9/2007
- Sadomasoquismo
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Author 2007
Ver contos de Author 2007O que passo a relatar aconteceu comigo há um ano.
Moro no interior de Săo Paulo, tenho 22 anos, sou loira de seios médios e bumbum arrebitado, moro com meu marido com quem sou casada há 2 anos e tenho uma linda filha. Moro no centro da cidade e a unica ocupaçăo que tenho é cuidar de minha filha na parte da manhă e na parte da tarde a levo para a escolinha.
Há pouco tempo aluguei um cómodo nos fundos de minha casa para uma moça chamada Clara (nome ficticio) que veio da capital ŕ procura de emprego em nossa cidade pois seu marido está preso há pouco tempo aqui no presidio da cidade.
Como moramos no mesmo quintal acabei pegando muita a amizade com a Clara que acabou virando minha melhor amiga. Nas tardes de quarta ela ia visitar seu marido e me convidou para acompanha-la, como ja havia deixado minha filha na escola acabei aceitando seu convite.
Quando chegamos ao presidio fiquei abismada com o tanto de homens que tinha naquele lugar, eram homens de todas as raças, mas havia um negro que me chamou a atençăo pelo tamanho de seu peito, coxas, braços e também o volume debaixo de seu shorts. Aquilo me deixou trémula e quase sem ar.
Estávamos esperando o marido de Clara que era apelidado de Leăo, um homem branco de estatura média e muito bonito também. Ficamos por volta de uns 15 minutos conversando, quando Clara pediu para que a esperasse pois teria que satifazer seu marido em uns quartinhos que ficavam no fundo do presídio, que era onde os presos tinham relaçőes com suas mulheres.
Fiquei sózinha no meio daquele pátio cheio de casais e crianças.
Após alguns minutos comecei a olhar ao meu redor para ver se conseguia encontrar aquele negro novamente para poder admirá-lo, e para minha surpresa ele estava sentado no banco sózinho.
Fiquei admirando e imaginando como seria o tamanho do pęnis daquele negro, pois nunca havia tido relaçőes com um homem daquele porte pois meu marido é baixinho e năo tem um volume daqueles.
Quando Clara retornou eu perguntei a seu marido se conhecia aquele negro e ele disse que era o Carlăo, um homem muito perigoso pois liderava uma quadrilha de sequestradores. Quando cheguei em casa fui tomar banho devido ao calor que estava naquela tarde e eu estava toda suada e năo conseguia tirar da cabeça o tamanho daquele negro, imaginando o tamanho do seu pęnis e inteirinho dentro de mim, me mastubei e tive vários orgasmos que nem mesmo meu marido havia conseguido me causar.
No outro dia ao me encontrar com Clara no quintal acabei contando que havia adorado o porte fisico do Carlăo e que queria ir na próxima visita apenas para admirá-lo e ela falou que tudo bem, que poderia ir na próxima quarta-feira.
Ao passar a semana chegou o dia tăo esperado, o dia que poderia admirar o Carlăo novamente, Clara dizia que nunca havia me visto tăo eufórica.
Chegamos no presidio e Clara aproveitou o momento que fui no banheiro e contou para seu marido que eu havia gostado do Carlăo, quando voltei me deparei com o Carlăo sentado no banco bem do lado do Leăo, quando me aproximei o Leăo me apresentou o Carlăo dizendo que iria namorar um pouco e que poderiamos ficar ŕ vontade conversando.
Quando eles se retiraram o Carlăo se virou para mim e sem dizer uma só palavra colocou a măo sobre minha coxa, pois eu estava de short e top por causa do calor, eu pedi para ele tirar a măo pois eu era casada e tinha uma filha, ele continuou em silęncio e com sua măo forte pegou a minha măo e a colocou sobre seu shorts, eu pude sentir o tamanho da ferramenta, naquele momento eu fiquei desesperada e ao mesmo tempo com um calor inexplicavel, eu tentava tirar a măo mas năo conseguia pois ele era forte e a segurava, entăo ele chegou bem perto do meu ouvido e disse: "Aqui quem manda sou eu, levanta daí e vem atrás de mim". Naquele momento me senti hipnotizada, eu queria muito levar vara daquele negro, mas ao mesmo tempo pensava em meu marido e em minha filha.
O Carlăo se levantou e eu o segui até os fundos da penitenciária, a essas alturas eu já estava totalmente dominada pelo meu desejo.
Ao entrar no quartinho muito apertado que só tinha um buraco na parede onde o sol entrava e iluminava o lugar, e um colchăo no chăo todo sujo e rasgado, Carlăo se virou para mim sem dizer uma palavra, rasgou meu top me deixando com os seios ŕ mostra e mandou eu me ajoelhar diante dele. Como uma escrava obedeci e quando ajoelhei ele mandou que arrancasse seus shorts, bem devagar comecei a puxar seus shorts e descobrindo a ferramenta daquele negro que nem duro estava, desci seus shorts até seus pés e ele mandou que eu segurasse a ferramenta, agarrei aquele mastro que dava o tamanho do meu antebraço.
"Agora quero que vocę engole ele inteiro" disse Carlăo, eu com medo pois era muito grande comecei a beijar a cabeça, nesse instante ele levantou o braço e me deu um tapa na cara, e gritou: "Engole sua vadia, ou quer apanhar mais..." Naquele momento percebi que ele năo estava para brincadeira, comecei a enfiar aquele mastro em minha boca e năo conseguia engolir, ele deu outro tapa. Comecei a enfiar aquela ferramenta até a garganta e ele pressionava mais minha cabeça até eu ficar sem ar e depois começou a fazer um vai e vem com força fazendo a cabeça da rola chegar até a garganta e de repente ele segurou minha cabeça dando trancos, logo percebi que ele iria gozar na minha boca, coisa que nem meu marido nunca fez. Tentei empurrá-lo para trás mas năo tive forças, jatos e jatos de porra quente foram lançados em minha garganta, engoli tudo feito uma vadia, entăo ele disse: "Levanta, sua vadia que agora vocę é minha e quero ver a buceta que vou comer em todas as quarta-feiras, e ai de vocę se faltar, mando meus capangas te buscar e sumir com seu maridinho e sua filhinha , e agora levanta rapido..." Assim levantei e ele mandou eu falar que meu marido era um corno e viadinho pra ele escutar. Eu sem duvidas falei. Nisso ele mandou eu arrancar meu shorts que estava ensopado. Nisso percebi que aquele monstro começou a acordar novamente. Carlăo gritou: "Quero essa buceta agora !!!" Ele sentou e mandou eu sentar em seu colo, sua vara estava meia mole ainda, e mesmo assim năo cabia na minha bocetinha. Nisso ele me deu um tapa na bunda muito forte que acabei perdendo as forças da perna e sentando naquela vara de uma só vez. Aquilo preencheu toda minha boceta e parecia que tinha empurrado meu utero para cima. Carlăo mandou que eu rebolasse me dando tapas fortes na bunda, meu liquido escorria nas coxas dele e ele dizia: "A vadia tá gostando, tá até melando minhas pernas, se prepara que depois vai lamber tudo direitinho !!!." Eu gozei muitas vezes sem controle do que estava fazendo. Depois de rebolar bastante ele mandou que eu me virasse e ficasse de quatro, pois ele queria meu cuzinho. Eu argumentei dizendo que nem meu marido nunca gozou na minha boca e muito menos comeu meu cuzinho, entăo implorei para que ele năo fizesse isso e ele me respondeu: "Năo sou o viadinho de seu marido, agora daqui pra frente faço o que quiser com vocę, e se falei que vou comer seu cuzinho, eu vou comer, ou vocę quer que eu mande buscar sua filhinha e como o cuzinho dela !!!". Implorei para que ele năo colocasse minha familia no meio disso. Entăo me preparei e fiquei na posiçăo que ele havia mandado eu ficar. Ele tentou enfiar a vara seca em meu cuzinho e năo conseguiu, derrepente sinto um cuspi passando no meio de meu reguinho e lubrificando meu cuzinho, ele sem dó enfiou a cabeça e foi empurrando com força o resto daquela vara enorme, eu chorava sentindo uma dor enorme e um ardido horrivel no rabo, parece que eu estava sendo cortada ao meio, ele ficou um tempo com a vara inteira dentro de mim e depois começou a bombar. Após alguns minutos ele começou a bombar mais rapido e de uma só vez tirou o pau da meu cu e me virou enfiando o pau até minha garganta soltando jatos de porra, e eu tendo multiplos orgasmos, pois a dor se transformou num tesăo enorme.
Depois mandou eu lamber tudo até as bolas, deixando suas virilhas e seu saco limpo. Mandou eu me levantar e se trocar pois os guardas estavam descendo para mandar as visitas embora. Ele falou que era para eu estar na próxima quarta-feira lá, pois falou sério sobre a ameaça e disse que se falasse para a policia ele ia matar um por um da minha familia. Depois me acompanhou até próximo da portaria onde estava a Clara e me deu um beijo na boca como se fosse a sua mulher.
Voltei para casa com o cu ardendo e toda arrombada, mas mesmo assim todas quartas vou lá saciar o Carlăo levando cigarros, comida e meu cuzinho pra ele ...
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