Desde novo, sempre fui tarado por coroas peitudas, e sempre imaginei como seria ser dono de uma coroa destas.
Quando eu estava com meus 17 anos uma das garotas que trabalhavam na loja do meu pai fez a besteira de me dar trela, (digo, garota pq elas sempre começaram a trabalhar lá cedo, mas para um cara de 17, uma mulher de 30 já é bem coroa) sabendo que eu poderia me aproveitar da situaçăo.
Desde novo, sempre fui tarado por coroas peitudas, e sempre imaginei como seria ser dono de uma coroa destas.
Quando eu estava com meus 17 anos uma das garotas que trabalhavam na loja do meu pai fez a besteira de me dar trela, (digo, garota pq elas sempre começaram a trabalhar lá cedo, mas para um cara de 17, uma mulher de 30 já é bem coroa) sabendo que eu poderia me aproveitar da situaçăo.
Comecei a sair com ela e na segunda saída já perdi a virgindade, ela ficou meio cismada, porque meu pai era um cara muito severo, e se ele soubesse iria demiti-la, mas eu disse para ela que ninguém iria saber, mas que ela teria que ser minha escrava.
Falei isso sem saber se daria certo, afinal eu năo passava de um nerd, que năo sabia de nada, mas ela acabou por aceitar. Hoje eu acho que ela gostava mesmo da posiçăo de escrava pois ela com muito mais experięncia que eu poderia ter mudado a situaçăo em beneficio dela facilmente.
Depois deste fato eu comecei a ser dono dela e nós sempre gozavamos muito, com ela me chupando enquanto eu estudava ou comigo comendo os buracos dela enquanto ela cuidava da casa dela.
A casa da safada tornou-se minha casa de sexo e eu tomei controle da vida dela, determinando quando e onde ela poderia ir.
Mas com o tempo eu comecei a querer coisas novas com a dona Rô (este é o nome dela) e passei a abusar dos peitőes dela amarrando ou batendo neles, mas sempre sem machucar, sempre gostei muito de causar dor, mas nunca de machucar.
Entăo eu comecei a inventar coisas novas para que nós pudessemos brincar, como levar ela em sex shops ou comprar legumes para que ela pudesse ficar enfiando em um dos buracos enquanto eu cuidava do outro, e a puta também sempre inventava coisas novas, como ser comida amarrada, ou enfiar mais de um vibrador em cada buraco, enquanto me chupava.
Com o tempo ela começou a querer que eu fizesse com ela o mesmo que via nos filmes, e começamos a praticar fisting, inserçăo de objetos e zoofilia, sempre comigo fazendo o papel de dono, mas com ela controlando o limite da dor de maneira a ser suportável para ela, mas devo admitir que ela era muito elástica e aguentava muita coisa.
Nos próximos relatarei as nossas brincadeiras e como troquei de escravas, depois que ela resolveu se casar, pois nunca encontrei uma escrava como ela.
Năo era nem um pouco bonita, mas era maravilhosamente peituda e submissa.