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				<title><![CDATA[cg14.org - contos eróticos - Contos eróticos - Fetiches]]></title>
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				<copyright><![CDATA[http://cg14.org]]></copyright>
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				<lastBuildDate>Thu, 28 Aug 2008 22:32:30 MDT</lastBuildDate>
			
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					  <title><![CDATA[Por Longas Estradas]]></title>
					  <link>http://cg14.org/articles/70/1/Por-Longas-Estradas/Page1.html</link>
					  <description><![CDATA[
<p align="justify">Est&aacute;vamos rodando h&aacute; quase tr&ecirc;s horas e ter&iacute;amos que viajar pelo menos mais cinco dias, at&eacute; chegarmos em nossa cidade no sul do pa&iacute;s. Rog&eacute;rio, meu marido n&atilde;o falou tr&ecirc;s palavras comigo desde que sa&iacute;mos de Porto Velho, onde estivemos por uma semana, visitando seus familiares. Eu conhecia-o muito bem nesses dois &uacute;ltimos anos que est&aacute;vamos casados, para saber que agindo daquela maneira era por eu ter feito algo de muito ruim, mas por mais que eu refletisse em busca de alguma resposta, mais confusa acabava ficando. Rog&eacute;rio era muito ciumento e possessivo e por causa de seu ci&uacute;me doentio, viv&iacute;amos brigando e desde que o conheci, namoramos por um ano e depois casamos e n&atilde;o sei o que &eacute; olhar para outro homem, mas ele achava que ficava dando bola pra todos os que cruzavam meu caminho e &eacute; quase imposs&iacute;vel faze-lo entender que sou totalmente dele, dos p&eacute;s a cabe&ccedil;a. </p>]]></description>
					  <author>no@spam.com (Author 2007)</author>
					  <pubDate>Thu, 18 Oct 2007 06:24:33 MDT</pubDate>
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					  <title><![CDATA[Dividindo o Prazer]]></title>
					  <link>http://cg14.org/articles/69/1/Dividindo-o-Prazer/Page1.html</link>
					  <description><![CDATA[
<p align="justify">Eu estava sentada em um banco no parque em frente ao jardim de inf&acirc;ncia de minha filha, adorava estar ali naquele local, pois podia ficar em paz comigo mesma, era tanta paz, tanta quietude que nem parecia estar no centro de uma metr&oacute;pole, no centro da agita&ccedil;&atilde;o, da loucura humana.</p>]]></description>
					  <author>no@spam.com (Author 2007)</author>
					  <pubDate>Thu, 18 Oct 2007 06:22:14 MDT</pubDate>
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					  <title><![CDATA[NINFETINHA SAFADA]]></title>
					  <link>http://cg14.org/articles/67/1/NINFETINHA-SAFADA/Page1.html</link>
					  <description><![CDATA[
<p align="justify">As coisas acontecem sem nem esperarmos.Ontem 17/10/07 estava em meu computador na trabalho quando de repente surge a mensagem &#8220;T&#8221; se adicionou ao msn.N&atilde;o fiquei surpreso aceitei ela.Abri a janela e disse: oi..,ela respondeu: ola como vai?..tudo bem(respondi)..como me encontrou?</p>]]></description>
					  <author>no@spam.com (Author 2007)</author>
					  <pubDate>Thu, 18 Oct 2007 06:17:22 MDT</pubDate>
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					  <title><![CDATA[Sou tarada]]></title>
					  <link>http://cg14.org/articles/66/1/Sou-tarada/Page1.html</link>
					  <description><![CDATA[
<p align="justify">Depois de muitas tentativas, consegui arranjar coragem, e hoje todos ficar&#259;o a saber da minha rela&ccedil;&#259;o com o meu filho de 23 anos.<br style="PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-LEFT: 0px; FONT-WEIGHT: 400; FONT-SIZE: 11px; PADDING-BOTTOM: 0px; COLOR: #333333; PADDING-TOP: 0px; FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; BACKGROUND-COLOR: transparent"/>
<script><!--
D(["mb","\n\u003cbr style\u003d\"padding-right:0px;padding-left:0px;font-weight:400;font-size:11px;padding-bottom:0px;color:#333333;padding-top:0px;font-style:normal;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;background-color:transparent\"\>\nChamo-me Odete, tenho 58 anos, vivo numa aldeia de Portugal. Namorei cerca de 2 anos, e casei com 21. Um ano depois era m&#259;e de uma menina, linda como todas as filhas o s&#259;o. Meu marido trabalhava como sapateiro, eu costurava, e assim viv&iacute;amos nos anos 60, com dificuldades, mas felizes. O amor existia, mas nem d&aacute;vamos por ele: uns beijos, umas car&iacute;cias, e de vez enquando, fazia-mos sexo. Embora sendo sempre da mesma maneira, sempre na mesma posi&ccedil;&#259;o, eu gostava. No in&iacute;cio, fazia amor por &quot;dever&quot; de esposa, sempre envergonhada, nunca despida. Ficava na cozinha, esperando que o meu marido se deitasse, depois subia, tirava a roupa, ficando sempre de combina&ccedil;&#259;o, deitava-me ao seu lado, e uma vez por semana, por iniciativa dele, abria a s pernas e era possu&iacute;da. Era sempre nessa posi&ccedil;&#259;o que eu satisfazia o desejo sexual dele, pois eu quase sempre fingia gostar, embora raramente sentisse prazer. Dor n&#259;o sentia, ali&aacute;s, nunca senti dor no acto, mas n&#259;o sabia que prazer me podia dar o sexo. Quando nos beijava-mos, o que raramente acontecia, a&iacute; sim, eu sentia prazer, amava-o, e isso era para mim muito bom, mesmo muito bom, e se ousava tocar na cara do meu marido, acaricia-lo, ent&#259;o j&aacute; me sentia completamente realizada, mas n&#259;o passava disso. \n\u003cbr style\u003d\"padding-right:0px;padding-left:0px;font-weight:400;font-size:11px;padding-bottom:0px;color:#333333;padding-top:0px;font-style:normal;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;background-color:transparent\"\>\n\u003cbr style\u003d\"padding-right:0px;padding-left:0px;font-weight:400;font-size:11px;padding-bottom:0px;color:#333333;padding-top:0px;font-style:normal;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;background-color:transparent\"\>\nPoucos anos depois de casados - tinha a Fernanda apenas 3 anos e meio - por falta de trabalho, o meu marido emigrou para o Brasil, ficando por l&aacute; 9 anos, enquanto eu, s&oacute; e com uma menina, continuei a vida miser&aacute;vel que sempre tive, trabalhava de dia para comer &#341; noite, como dizia o nosso povo, mas na minha ignor&acirc;ncia, achava que tinha nascido para ser pobre, e vivia feliz. Nesse per&iacute;odo em que fiquei sozinha, nunca senti falta de sexo, certamente por achar que sexo, era apenas para satisfazer o marido, o certo, &eacute; que nunca senti desejo, nunca me senti excitada, embora, &aacute;s vezes na minha solid&#259;o, eu recordava alguns momentos com o meu marido, e nessa altura, eu quase sentia o mesmo prazer como quando o beijava, mas nunca pensei que fosse desejo. Apenas uma vez, depois de me imaginar nos bra&ccedil;os dele, eu sem querer, toquei no meu peito, e acariciei-o por uns momentos, mas por pouco tempo, pois logo um sentimento de culpa me invadiu a mente, e tentei esquecer tudo e adormeci. Para mim, sexo era apenas uma obriga&ccedil;&#259;o que eu tinha - fazer com que o meu marido &quot;despejasse&quot; dentro de mim, toda a sua masculinidade, sem que disso eu tirasse qualquer prazer. Sentia um misto de inveja e pena, ao ver a cara de prazer que ele punha no momento em que se esva&iacute;a dentro de mim. Curiosamente, nunca me senti &quot;suja&quot; depois de fazer amor, nunca me lavava imediatamente ap&oacute;s ter sido &quot;usada&quot; por ele, ficava com as coxas apertadinhas, como que a conter todo aquele l&iacute;quido quente dentro do meu corpo, eu achava que aquele l&iacute;quido era precioso, e sentia-me no dever de o guardar o mais poss&iacute;vel. \n",1]
);

//--></script>
<br style="PADDING-RIGHT: 0px; PADDING-LEFT: 0px; FONT-WEIGHT: 400; FONT-SIZE: 11px; PADDING-BOTTOM: 0px; COLOR: #333333; PADDING-TOP: 0px; FONT-STYLE: normal; FONT-FAMILY: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; BACKGROUND-COLOR: transparent"/>Chamo-me Odete, tenho 58 anos, vivo numa aldeia de Portugal. Namorei cerca de 2 anos, e casei com 21. Um ano depois era m&#259;e de uma menina, linda como todas as filhas o s&#259;o. Meu marido trabalhava como sapateiro, eu costurava, e assim viv&iacute;amos nos anos 60,</p>]]></description>
					  <author>no@spam.com (Author 2007)</author>
					  <pubDate>Tue, 16 Oct 2007 15:22:48 MDT</pubDate>
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					  <title><![CDATA[O Alvo era o meu Cú]]></title>
					  <link>http://cg14.org/articles/52/1/O-Alvo-era-o-meu-Cu/Page1.html</link>
					  <description><![CDATA[
<p align="justify">Bem pessoal, depois que meu noivado acabou, conforme explica o meu conto anterior, eu tive muitos outros contatos com minha cunhada e as vezes at&eacute; com a tal amiga.<br/>Combinamos de sair um dia para conversarmos, pois ela ficou muito preocupada, se sentindo culpada pelo fim de meu noivado.</p>]]></description>
					  <author>no@spam.com (Author 2007)</author>
					  <pubDate>Sun, 14 Oct 2007 02:27:25 MDT</pubDate>
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					</item>

				

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					  <title><![CDATA[SEXO ANTES DO CASAMENTO]]></title>
					  <link>http://cg14.org/articles/50/1/SEXO-ANTES-DO-CASAMENTO/Page1.html</link>
					  <description><![CDATA[
<p align="justify">Durante todos os anos de faculdade, fui apaixonado por uma garota, linda, mas que nunca foi minha, ela era muito minha amiga, saiamos muito juntos, me contava tudo, tudo mesmo, suas confidencias me deixavam cada vez mais com vontade de possui-la. Mas o destino n&atilde;o queria assim, ora por isso, ora por aquilo, nunca deu certo. Sabia tudo de sua vida, desde o dia em que perdeu a virgindade, at&eacute; o dia que deu o rabo pela primeira vez.</p>]]></description>
					  <author>no@spam.com (Author 2007)</author>
					  <pubDate>Sun, 14 Oct 2007 02:23:37 MDT</pubDate>
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					<item>
					  <title><![CDATA[COMO MINHA ESPOSA LEVOU 22X7,5 NO CUZINHO]]></title>
					  <link>http://cg14.org/articles/48/1/COMO-MINHA-ESPOSA-LEVOU-22X75-NO-CUZINHO/Page1.html</link>
					  <description><![CDATA[
<p align="justify">Atrav&eacute;s do Grupo do MSN &#8220;Comedores de Esposas&#8221;, obtive uma foto de um cacete de 22x7,5cm na frente de uma mulher em que aparecia somente os seus peitos, e o cacet&atilde;o ia do umbigo at&eacute; ao inicio da boca. Copiei e mandei para o mail de minha esposa; qdo perguntei se ele tinha visto, meio indignada e meio surpresa falou que era descomunal, anormal; perguntei se tinha gostado do pint&atilde;o e ela apenas repetiu que aquilo era anormal.</p>]]></description>
					  <author>no@spam.com (Author 2007)</author>
					  <pubDate>Sun, 14 Oct 2007 02:19:47 MDT</pubDate>
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					</item>

				

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					  <title><![CDATA[Dando na Boite]]></title>
					  <link>http://cg14.org/articles/47/1/Dando-na-Boite/Page1.html</link>
					  <description><![CDATA[
<p align="justify">No &uacute;ltimo conto, contei como comecei a me transformar numa putinha, gra&ccedil;as a minha amiga Paula. Bom o que passo a contar agora, &eacute; masi uma aventura que vivi por causa da minha amiga. Comentei com a Paula que tinha ouvido uns amigos nossos da escoal comentarem que forma numa boite er&oacute;tica, onde as meninas dan&ccedil;avam nuas ou semi nuas.</p>]]></description>
					  <author>no@spam.com (Author 2007)</author>
					  <pubDate>Sun, 14 Oct 2007 02:13:00 MDT</pubDate>
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					  <title><![CDATA[PUTINHA DE TRAVESTIS]]></title>
					  <link>http://cg14.org/articles/41/1/PUTINHA-DE-TRAVESTIS/Page1.html</link>
					  <description><![CDATA[
<p align="justify">Bem... vamos direto ao que interessa!! Certo dia eu estava louco pra transar com uma linda travesti. Sa&iacute; procurando uma, era mais ou menos 3:00h da manh&atilde;. Fui a um ponto onde se encontram muitas travestis. Ao passar por uma das ruas vi uma loira, que ao longe parecia-me muito gostosa. </p>]]></description>
					  <author>no@spam.com (Author 2007)</author>
					  <pubDate>Sun, 14 Oct 2007 01:59:47 MDT</pubDate>
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					</item>

				

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					  <title><![CDATA[A fofa desmaiou de tesão]]></title>
					  <link>http://cg14.org/articles/38/1/A-fofa-desmaiou-de-tesao/Page1.html</link>
					  <description><![CDATA[
<p align="justify">Sou cinquent&atilde;o, super simp&aacute;tico, grisalho, bem de vida felizmente, estatura m&eacute;dia, bem conservado e uma excelente atividade sexual, com &ecirc;nfase com garotas jovens, ali na faixa dos vinte anos. E, como uma esp&eacute;cie de agradecimento aos amigos que t&ecirc;m me deliciado com diversos relatos neste site, envio meu primeiro, assegurando que o meu conto &eacute; totalmente verdadeiro e aconteceu de fato, e faz pouquissimo tempo. In&iacute;cio de maio, chovia muito aqui em sampa, e eu estava sozinho em casa.</p>]]></description>
					  <author>no@spam.com (Author 2007)</author>
					  <pubDate>Sun, 14 Oct 2007 01:55:23 MDT</pubDate>
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